VBBR3: preço justo e valuation de Vibra
Vibra · Petróleo · B3
A Vibra (VBBR3) é a maior distribuidora de combustíveis do Brasil, com receita que anda junto do volume vendido e da margem nas bombas. O dividendo é recente: começou a ser pago de forma regular após a privatização da BR Distribuidora em 2019, com cinco anos de histórico ainda curto para falar em regularidade consolidada. Bazin se aplica ao preço-teto com a ressalva da base, e o Graham clássico distorce porque o VPA de distribuidora carrega estoque, imóveis e dívida de capital de giro que não se comparam ao de uma industrial pura. Mostramos os modelos com esse aviso de base curta, para o leitor saber que o teto de hoje reflete um regime que ainda pode mudar.
Números de referência (VBBR3)
| Cotação (snapshot) | R$ 37,55 |
|---|---|
| Dividend yield | 4,22% |
| P/L | 8,77 |
| P/VP | 1,88 |
| ROE | 21,49% |
| LPA | R$ 4,22 |
| VPA | R$ 19,63 |
| Payout | 25,2% |
| Valor de mercado | R$ 45,01 bi |
Snapshot de 2026-09-12 via dados públicos da plataforma. Abra o app para o número do pregão.
O que o app calcula em VBBR3
- Graham clássico √(22,5 × LPA × VPA): com LPA de R$ 4,22 e VPA de R$ 19,63, a conta dá R$ 43,17, ou 14,96% acima da cotação do snapshot.
- Preço-teto de Bazin, que o app calcula sobre a média de dividendos do histórico disponível de VBBR3, de até cinco anos. O papel rendeu 4,22% em doze meses.
- Série histórica de lucro e de margem, para separar patamar de pico de ciclo antes de acreditar no múltiplo.
Como lemos Petróleo
Preço de minério, petróleo, celulose e grão manda no lucro, e o lucro manda no múltiplo.
P/L baixo no topo do ciclo costuma ser armadilha, porque o denominador é um lucro que não se repete. O mesmo vale para o yield inflado pela distribuição do caixa do pico.
O valor patrimonial oscila menos que o lucro nesse grupo, então o P/VP costuma situar melhor onde o papel está no ciclo.
No mesmo setor ou para comparar:
Rankings: baratas Bazin, abaixo do preço justo, maior DY.