PGMN3: preço justo e valuation de Pague Menos
Pague Menos · Comércio · B3
A Pague Menos (PGMN3) é uma das maiores redes de farmácias do país, com crescimento de receita na casa dos dois dígitos nos últimos anos. A empresa paga dividendos há apenas três anos, janela curta demais para uma média de cinco anos ter peso real: o yield médio de 8,6% é puxado por anos de expansão agressiva, não por um regime consolidado de distribuição. Bazin com essa média fica alto e o Graham clássico se mostra apertado, já que o P/VP abaixo de 1 e o lucro crescente puxam o teto para cima. O risco do modelo aqui não é o valuation, é a base de dividendos ainda em formação.
Números de referência (PGMN3)
| Cotação (snapshot) | R$ 3,80 |
|---|---|
| Dividend yield | 6,71% |
| P/L | 8,46 |
| P/VP | 0,81 |
| ROE | 9,61% |
| LPA | R$ 0,45 |
| VPA | R$ 4,72 |
| Payout | 56,8% |
| Valor de mercado | R$ 2,75 bi |
Snapshot de 2026-09-12 via dados públicos da plataforma. Abra o app para o número do pregão.
O que o app calcula em PGMN3
- Graham clássico √(22,5 × LPA × VPA): com LPA de R$ 0,45 e VPA de R$ 4,72, a conta dá R$ 6,94, ou 82,69% acima da cotação do snapshot.
- Preço-teto de Bazin, que o app calcula sobre a média de dividendos do histórico disponível de PGMN3, de até cinco anos. O papel rendeu 6,71% em doze meses.
- Margem, giro e despesa financeira ao longo dos trimestres, porque um período isolado engana nesse setor.
Como lemos Comércio
Varejo, vestuário e saúde competem por margem e por giro, e o que separa um bom operador é repassar custo sem perder volume.
O lucro por ação é sensível a promoção, sazonalidade e despesa financeira, o que faz de um trimestre isolado um guia ruim.
Dividendo aqui costuma ser secundário, porque o caixa vai para loja, estoque e tecnologia. Quando o yield salta nesse grupo, quase sempre foi o preço que caiu.
No mesmo setor ou para comparar:
Rankings: baratas Bazin, abaixo do preço justo, maior DY.